19 abril 2007

Espanha superará em 2008 os 65 milhões de turistas graças à "Expo 2008"

Espanha superará no ano 2008 a barreira dos 65 milhões de turistas estrangeiros, devido aos cerca de cinco milhões de visitantes esperados, na Exposição Universal de Zaragoza (Expo 2008), segundo dados divulgados por fontes ligadas ao sector do Turismo.
Com a afluência massiva esperada de visitantes ao evento citado, será alcançado o número recorde de 65 milhões de visitantes estrangeiros, cerca de 7,5 milhões acima dos turistas estrangeiros registados em 2006, o qual atingiu os 58,5 milhões, segundo o "Instituto de Estudios Turísticos". O Presidente da "Mesa de Turismo", uma organização composta por um grupo de empresários com destaque no sector do Turismo, considera que, tal como ficou provado com a Exposição Universal "Sevilla 1992", a "Expo" de Zaragoza servirá para promover aínda mais a marca "España", convertendo o país, durante três meses, num enclave socio-cultural de referência mundial, consolidando assim a posição do país no segundo lugar em termos de destinos turísticos mundiais. Os mercados internacionais considerados como principais emissores de turistas para a "Expo" são, a França, Reino Unido, Portugal, Alemanha, Itália, Bélgica e Luxemburgo, Holanda e Áustria.
Portugal pode e deve aproveitar esta oportunidade para atrair turistas estrangeiros ao nosso país, quer pela proximidade quer pela oferta turística de qualidade.

Fonte: www.hosteltur.com, 13 de Abril de 2007.


09 abril 2007

A taxa de poupança das famílias espanholas é de 10,1% do rendimento disponível

A taxa de poupança dos particulares e Instituições espanholas, situou-se nos 10,1% do seu rendimento disponível nos últimos doze meses, seis décimas acima do valor de 2005, segundo o Instituto Nacional de Estatística espanhol (INE).
Os dados apresentados dizem respeito a Contas não financeiras dos sectores Institucionais- que incluem particulares, Sociedades não Financeiras, Administrações Públicas e Instituições Financeiras- e que o INE publica nesta data, tendo esta publicação um carácter trimestral.
No referido trimestre, Janeiro- Março 2007, a taxa de poupança atingiu 0s 12,6% do rendimento disponível, cerca de dois pontos percentuais acima do resultado alcançado no mesmo período do ano de 2005.
A necessidade de crédito dos particulares e empresas, atingiu os 9.532 milhões de euros, 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB) neste trimestre.
Nesse mesmo período, as sociedades não financeiras revelaram ter necessidade de crédito na ordem dos 6.800 milhões de euros, 2,6% do PIB trimestral, valor superior em 2,2 pontos percentuais em relação ao registado no mesmo trimestre do ano 2005.
A taxa de poupança das famílias espanholas desceu 46,5% entre 1995 e 2005, aumentando a sua necessidade de crédito, a qual representa já 2% do Produto Interno Bruto (PIB), fundamentalmente devido ao endividamento resultante da compra de habitação, segundo dados da "Fundación de las Cajas de Ahorros" (Funcas).
O endividamento de particulares e empresas tem vindo a aumentar nos últimos anos, segundo uma notícia publicada pelo Jornal "La Gaceta". Verificando-se um aumento na percentagem de créditos mal parados no início de 2007, após quatro meses de descidas.
A fama de bons pagadores dos espanhóis é assim posta em causa. Famílias, empresas e Instituições têm divídas aos bancos, "cajas" e Cooperativas de Crédito, num total de mais de 1,46 biliões de euros, no final de Janeiro deste ano, sendo que cerca de 9.702 milhões representavam crédito mal parado. Em apenas um mês, as entidades financeiras viram crescer o montante total desse potencial crédito mal parado em 614 milhões, o que significa, um crescimento a um ritmo médio de 19,80 milhões de euros por dia. Esses empréstimos, representavam apenas 0,6633% do crédito pendente de cobrança, embora o seu peso tenha aumentado em Janeiro deste ano, segundo dados do "Boletín Estadístico del Banco de España". Pela primeira vez em quatro meses, a taxa de incumprimento aumentou, passando de 0,6287% no final de 2006 para 0,7124% em Janeiro, do mesmo exercício.
A necessidade de crédito da economia espanhola em relação ao resto do mundo foi de 17.499 milhões de euros em 2006, 6,7 % do PIB trimestral, oito décimas acima dos valores de 2005.
Estes dados resultam de um mau comportamento da balança exterior de bens e serviços com o resto do mundo, 9,5% valores negativos, até alcançar os 16.701 milhões de euros.
De facto, a economia espanhola está a crescer a um ritmo anual de 3,7%, o que se deve em parte às condições favoráveis de financiamento e ao aumento da população, na sua maioria imigrantes.
No entanto, embora Espanha tenha registado em 2006 um superávit de 1,8% no PIB, esta não está a aproveitar da melhor forma esta boa fase, tentando reduzir o endividamento público e proporcionando maior solidez ao sistema de protecção social. Este esforço de redução do endividamento público e de aumento das poupanças públicas não está a ser correspondido por parte do sector privado, devendo este ser capaz de criar mais poupanças. O que acontece na prática em Espanha e nalguns países europeus é, uma distribuição desigual dos frutos do crescimento, o que não gera mais igualdade e coesão social. Mas se em vez disso, os investimentos fossem aplicados no sector público, na área da educação, investigação, desenvolvimento, inovação e práticas sociais, isso conduziria também a uma melhoria da produtividade e desta forma a melhores resultados económicos para o país.
Fonte: "www.abc.es"/ "La Gaceta", 9 de Abril de 2007.

25 março 2007

Espanha é o 5º país mundial em redes de franchising

Segundo um estudo apresentado pela Consultora "Tormo & Associados", o mercado espanhol de marcas de franchising, é pelo terceiro ano consecutivo, líder europeu. Espanha ocupa o quinto lugar a nível mundial no que diz respeito a redes de franchising, com 968 marcas a operar no mercado, mais 7% do que em 2006 (902). Acima de Espanha, encontra-se a China (2.100 redes), Estados Unidos (1.500), Japão (1.088) e Brasil (971). No total, Espanha tem 68.775 establecimentos franchisados, que a colocam no quinto lugar do ranking mundial. Para além disso, continua a ser pelo terceiro ano consecutivo líder mundial de marcas europeias. A facturação dos franchisings espanhóis atingiu os 19.585 milhões de euros, ocupando o oitavo lugar mundial, uma lista encabeçada pelos Estados Unidos.
Paralelamente, o número de cadeias de franchising estrangeiros cujos planos de expansão englobam Espanha, aumenta de ano para ano, assim como o número de empresas nacionais que apostam na internacionalização.
Neste estudo, a consultora destaca o crescimento do sector um ano mais, em número de cadeias de franchising, estabelecimentos franchisados, facturação, investimento e emprego.
O sector do franchising espanhol encontra-se numa fase sólida e estável, contando com cerca de 150 cadeias de franchising plenamente consolidadas, as quais possuem mais de 50.000 estabelecimentos, aumentando em cada ano o número de novos projectos. Só em 2006, foram criadas 244 novas redes de franchising.
Outra das conclusões do estudo, é de que o sector dos serviços continua a ser o mais dinâmico com a criação permanente de novos nichos de mercado, agrupando uma ampla oferta de marcas, dispondo de um total de 453 redes e 38.752 estabelecimentos. Seguem-se o sector do Retalho, com 368 cadeias que operam através de 22.824 estabelecimentos e Hotelaria e Restauração com 7.199 establecimentos franchisados e 147 redes de franchising.
Do total de cadeias do sector, apenas quatro Comunidades Autónomas congregam 80% do mercado. Madrid lidera o ranking -com 304 cadeias de franchising e 15.629 establecimentos franchisados, seguida por Barcelona, com 237 cadeias e 13.990 establecimentos franchisados, Andaluzia e a Comunidade Valenciana, ambas com 103 cadeias de franchising e 9.903 e 7.312 establecimentos, respectivamente. A maioria das empresas de franchising a operar no país são de origem nacional, 81% do total, enquanto que as restantes (19%) são oriundas de vários países, com maior presença dos E.U.A., França e Itália. Por seu lado das empresas criadas este ano (244), 24 destas são de origem internacional, especialmente da EE.UU (7), França (4), Itália (3), Suécia (3), Portugal (2), Suiça (2), e Reino Unido (1), entre outros.
Cerca de 15% das marcas espanholas já se internacionalizaram. O que se traduz, segundo um estudo anual elaborado em 2006 pela empresa "Franquicias Hoy", num total de 132 marcas espanholas a operar em 98 mercados internacionais. Este número concentra-se sobretudo no conjunto dos 26 países pertencentes à União Europeia (sem contar com Espanha), onde existem 108 redes de franchising e um total de 3.639 establecimentos repartidos por 26 países do Velho Continente. Embora, devido à sua proximidade geográfica e similitude cultural, Portugal, França e Itália, continuem a ser os destinos preferenciais da internacionalização espanhola.
Tal como Espanha também Portugal deve apostar na internacionalização dos seus conceitos de negócio para Espanha, sendo este mercado fundamental no processo de desenvolvimento dos conceitos portugueses de franchising. Com uma facturação total neste sector de 19.585 milhões de euros, Espanha é o país que apresenta o maior nível de crescimento ao nível do mercado de franchising.
http://mercadoespanhol.blogspot.com/2006/10/empresas-franchisadas-apresentam.html

Fonte: "Revista Capital/ MADRID", 23 de Março de 2007.

22 março 2007

Reino Unido e Espanha concentram maior número de projectos turísticos

O Reino Unido e a Espanha concentram quase metade das unidades hoteleiras europeias em projecto nos próximos três anos, onde estão previstos 513 novos estabelecimentos hoteleiros, segundo noticiou o “site” de turismo Hosteltur. Do total dos hotéis previstos, 224 unidades estarão situadas no Reino Unido e em Espanha, de acordo com a análise realizada pela consultora Lodging Econometrics (LE). A Inglaterra tem previstos 147 hotéis, já em consequência dos Jogos Olímpicos que se realizarão em Londres em 2012. Já Espanha, tem em curso 74 projectos. A construção dos 513 projectos irá pressupôr a criação de mais 93.669 quartos na Europa, de acordo com o mesmo estudo. O presidente da consultora LE, assegura que após uns anos de crescimento modesto, a região está a beneficiar da expansão da economia global, da disponibilidade de capital para investir e de uma indústria de turismo em crescimento, que agora aproveita para expandir ao máximo o seu capital. Paralelamente, a taxa de ocupação hoteleira também tem vindo a aumentar, assim como o número de camas disponíveis, o que demonstra que a Europa tem um clima de investimento atractivo, o qual está a provocar alguma agitação no sector da indústria hoteleira.

Fonte: "Câmara de Comércio e Indústria Luso-espanhol", (CCILE), 22 de Março de 2007.

16 fevereiro 2007

À conquista do mercado espanhol - 2005

A performance de Portugal no “mercado ibérico” tem de ser vista em termos do impacto no PIB e no rendimento nacional, focando todas as atenções na competitividade e na quota de mercado dos produtos e serviços portugueses. Mais precisamente, trata-se de aumentar as exportações para Espanha, de cativar os turistas espanhóis e de atrair investimento produtivo espanhol para Portugal

A Espanha tornou-se no nosso maior fornecedor, com cerca de 30 por cento das nossas importações e é também o nosso maior cliente, com 30 por cento das nossas exportações.

No entanto, o défice comercial Portugal-Espanha tem-se agravado, representando 5,0 por cento do PIB português em 2004. Para a Espanha, Portugal é apenas o 3º mercado europeu em termos de exportações, depois da França e da Alemanha, mas o primeiro em termos do saldo comercial, que acresce 1,0 por cento ao PIB espanhol.

O défice comercial

A taxa de cobertura do comércio de mercadorias que era superior a 58 por cento em 1991, desceu abaixo de 40 por cento em 2001, mas recuperou para 47 por cento até 2004. Esta degradação era previsível já em 1986, dado o impacto das economias de escala na afectação dos benefícios de uma união alfandegária. No entanto, é urgente tomar medidas para reforçar a recente inversão que é sobretudo conjuntural e que tem a ver com o diferencial de crescimento. Considerando a dimensão do mercado espanhol, quatro vezes maior que Portugal em população e seis vezes maior em compras, as exportações portuguesas continuam muito aquém do potencial.

O turismo pouco contribui para compensar este défice comercial, apesar do volume de turistas espanhóis ser cerca de quatro vezes o de turistas portugueses em Espanha.

O contributo do investimento directo também sofre de algumas assimetrias estruturais. O que importa para o PIB é a atraccão de importantes investimentos espanhóis de raiz que possam contribuir para o valor acrescentado nacional. Mas os investimentos “greenfield” escasseiam entre 3.000 empresas com capital espanhol em Portugal. Estas consistem mais em aquisições no sector financeiro e de distribuidoras e comercializadoras de produtos espanhóis.

O investimento directo português em Espanha pode ser “instrumental” para fomentar mais exportações e criar mais valor acrescentado nacional ao acercar os nossos produtores cada vez mais do consumidor espanhol. Satisfazer melhor o cliente espanhol não tem que implicar a deslocalização da produção para Espanha. Segundo o ICEP Madrid, os negócios portugueses em Espanha são maioritariamente B2B e caracterizados pela subcontratação ou a venda através de agentes e distribuidores locais que controlam o acesso ao cliente final. Seria importante investir a longo prazo, para fazer chegar as marcas e as mensagens dos fornecedores portugueses directamente aos consumidores espanhóis, através de redes de distribuição próprias.

Algumas empresas já investiram em produtos, marcas e redes comerciais apropriadas para o mercado espanhol. Mais interessante ainda é a experiência de agregação sectorial dos exportadores para ganhar massa critica e economias de escala. O êxito comercial em Espanha tem de ser visto como a prova real para os produtos ou serviços portugueses com ambição internacional. Assim, um bom conhecimento do mercado espanhol, em toda a sua exigência e complexidade, pode ser o principal determinante de sucesso a longo prazo. Seria caso para perguntar, onde está El Corte Inglês português?

... E do conhecimento do mercado

O êxito comercial das exportações espanholas em Portugal baseia-se num forte conhecimento do mercado português. Neste domínio de marketing internacional, os espanhóis aproveitam e optimizam as economias de escala, recorrendo aos apoios do ICEX e às suas associações empresariais, câmaras de comércio e universidades. Para os fornecedores portugueses, as (des)economias de escala são ainda mais determinantes nos estudos de mercado, na criação de marcas e redes de distribuição e logística e na recolha e tratamento de informação de clientes. Este investimento no grande mercado espanhol pode ser colectivo, pelo menos a nível sectorial. Os maiores rivais no mercado doméstico necessitam de colaborar fora de portas.

Tal como acontece a alguns outros países pequenos, Portugal tem um vizinho mais rico, mais dinâmico, mais pujante e muito maior. Reconhecendo que não é fácil penetrar o mercado espanhol, cabe-nos alinhar esforços e mobilizar energias para conquistar esse mercado. Isto exige um forte empenho desde a formação nas universidades, ao ICEP, às empresas, aos bancos, e sobretudo às associações empresariais. É urgente tornar a ameaça numa oportunidade, começando por conhecer melhor o cliente espanhol para vender mais em Espanha.

Mariana Abrantes de Sousa, economista
2005

Governo chinês vai apoiar investimento em Portugal

O governo chinês vai encorajar as empresas chinesas a investir nos sectores de ponta da indústria portuguesa, como tecnologias de informação, segundo revelou a "Nova China", agência noticiosa oficial chinesa. Durante um encontro com José Sócrates, um alto responsável do "PCC" (Partido Comunista Chinês) referiu que espera que o "PCC" e o "Partido Socialista Português" possam reforçar os intercâmbios e a cooperação. Este revelou que o governo chinês vai apoiar empresas chinesas que desejem investir em Portugal nos sectores da logística, tecnologias de informação e nas indústrias automóvel e electrónica. Por outro lado, o primeiro-ministro chinês assegurou que a China está empenhada em aprofundar as relações comerciais e económicas com Portugal. Os responsáveis dos ministérios das Finanças da China e de Portugal assinaram um memorando de entendimento para abertura de uma linha de crédito de 300 milhões de euros com vista a apoiar exportações portuguesas para o mercado chinês e que envolverá a Caixa Geral de Depósitos e o Banco da China. A linha de crédito destina-se sobretudo a contribuir para importações chinesas de bens de equipamento portugueses. O primeiro-ministro português apelou entretanto à constituição de parcerias empresariais luso-chinesas, para que se opere em conjunto nos mercados dos países africanos de expressão portuguesa e no Brasil. O apelo do primeiro-ministro foi feito durante a abertura do Fórum de Cooperação Empresarial entre Portugal e China 2007 e na cerimónia de lançamento da Archway - uma empresa de direito chinês detida pela Portugal Telecom e por uma firma dependente do Ministério das Comunicações da China.
Mais do que uma ameaça, a China é, hoje, uma oportunidade de mercado para as empresas portuguesas com bons produtos, imagem de marca e agilidade. À excepção de alguns sectores-chave, já não é necessário estabelecer uma «joint-venture» para entrar no mercado chinês, mas encontrar um importador ou um parceiro que conheça bem o mercado e os canais de distribuição. Os chineses querem produtos competitivos e fazer dinheiro de uma forma rápida.
Com a Missão China o governo português pretende reforçar os laços económicos e políticos entre os dois países, promovendo igualmente o aumento das exportações nacionais e a captação de um maior volume de investimento chinês.

Fonte: "Agência Lusa"/"Jornal SOL", 1 de Fevereiro de 2007.

05 fevereiro 2007

China versus Índia

Ao investigar as causas do maior dinamismo da economia chinesa, cujo PIB cresceu 9,7% a.a. no período 1993-2004 versus apenas 6,5% a.a.na Índia, alguns analistas referem a maior rigidez do mercado de trabalho indiano e o menor aumento de produtividade, especialmente no sector industrial.

No entanto, as diferenças entre as fábricas serão menores do que entre os sistemas de distribuição de produtos indianos e chineses. Estes últimos beneficiam de uma forte rede de distribuição de “lojas chinesas” em praticamente todo o mundo, com o apoio logístico e o patrocínio dos órgãos oficiais chineses.

Se a Índia e outros países querem acompanhar o ritmo de crescimento da China, terão certamente de estudar e imitar a sua logística de distribuição e a sua capacidade comercial.

E a capacidade de marketing dos chineses não deve ser subestimada. Quando as primeiras vitórias da Selecção Portuguesa no EURO 2004 fizeram esgotar os stocks de bandeiras nacionais, foram as “lojas chinesas” que vieram acudir ao surto de nacionalismo provocado pelo Figo, o Cristiano Ronaldo e os outros craques de Scolari.

Mas algo se perdeu na tradução dos símbolos nacionais, e os castelos lusitanos passaram a ter um ar mais de pagodes...

Ver artigo The Economist, 27-Jan-07, pg 70