13 junho 2007

Moda espanhola, todos para New York e em força

Numa acção de marketing colectiva concentrada no bairro nova-iorquino de Soho para criar mais impacto, as principais marcas de moda espanhola tais como Agatha Ruiz de la Prada, Custo Barcelona, Jaime Mascaró, Cmpaer e Tous.

Nova Iorque é um mercado imprescindível mas difícil de penetrar. As marcas juntaram-se, com o apoio da Câmara de Comércio Espanhola em New York, o instituto de comércio exterior de Espanha, a fim de ganhar massa crítica e economias de escala.

Um exemplo a estudar e talvez a imitar.

12 junho 2007

Os espanhóis têm mais dias de férias do que a média europeia, 36 dias anuais

Os trabalhadores espanhóis disfrutam de 36 dias de férias por ano: 22 dias laborais por ser o minímo legal, mais 14 feriados (nacionais, regionais e locais), enquanto que a média europeia é de 34 dias.
Estas são algumas conclusões do Guia Mundial de Benefícios e Emprego, realizada pela consultora "Mercer Human Resource Consulting".
As férias dos trabalhadores na Europa podem divergir dos 16 dias, dependendo do país onde vivem. O período total de férias, somando o período legal minímo de férias e os feriados (nacionais, regionais e locais), oscila entre os 44 dias nalguns países e 28 noutros.
A média baseia-se nos dias minímos de férias de um trabalhador que trabalha cinco dias por semana, com pelo menos dez anos de serviço. A média de férias (minímo legal + feriados) é de 34 dias na União Europeia, com poucas diferenças entre a Europa Oriental e Ocidental. Os trabalhadores da Finlândia, que são líderes do ranking, dispõem de 44 dias de férias, enquanto que os da França e Lituânia têm 40 dias. Espanha encontra-se acima da média europeia, com 36 dias de férias: 22 dias laborais e 14 feriados. No outro extremo do ranking, encontram-se os trabalhadores do Reino Unido, Países Baixos e Roménia, com apenas 28 dias de férias. Ao todo, entre férias e feriados os portugueses gozam, em média, 34 dias anuais, encontrando-se dentro da média europeia.
O número minímo de dias de férias anuais na União Europeia, oscila entre os 20 e os 30 dias laborais. Os países que concedem apenas 20 dias (o minímo permitido na União Europeia) são a Bélgica, Irlanda, Itália, Países Baixos e Reino Unido. Por seu lado, a Finlândia e a França concedem 30 dias. A média da União Europeia é de 23 dias.
Dentro da União Europeia existe um elevado número de dias que são considerados feriados nacionais, embora estes dias nem sempre coincidam nos vários países. A estes dias somam-se os feriados regionais e locais. Por outro lado, existem igualmente diferenças no que diz respeito ao usufruto dos feriados. Embora, os trabalhadores possam disfrutar desses dias por lei, isso não acontece em países como a França, Suécia ou Reino Unido. As empresas destes países concedem, no geral, os dias de feriado nacional, podendo no entanto pedir aos trabalhadores que trabalhem nesses dias ou que os utilizem como parte do seu período de férias anual.
Para além do período de férias anual e dos dias de feriado nacional, regional e local, em muitos países como Espanha, as empresas têm aínda o dever de conceder licenças especiais de maternidade, paternidade, nascimento de um filho, falecimento, acidente ou doença grave de familiares, mudança de domicílio, entre outros. Mesmo nos casos em que não existe obrigação por lei, um elevado números de empresas concede licenças adicionais devido a circunstâncias especiais.
Isto comprova que as economias avançadas do Norte da Europa trabalham menos dias, mas conseguem, ainda assim, ser mais tecnológicas e competitivas.

Fonte: "Revista Capital/MADRID", 4 de Junho de 2007.

01 maio 2007

Espanha está a ficar mais "gorda"

Segundo os resultados da Sondagem Nacional de Saúde efectuada em 2006 em Espanha, 52,7% da população adulta e 27,6% dos menores de idade têm excesso de peso e obesidade.
Cerca de 44,4% dos homens de 18 anos e acima desta faixa etária têm excesso de peso, enquanto que nas mulheres essa percentagem é de 30,3%.
15,5% dos homens e 15% das mulheres apresentam um índice de massa corporal considerado como obesidade.
Na população dos 2 aos 17 anos, 18,5% sofre de excesso de peso, e 9,1% de obesidade.
Do total de entrevistados nesta sodagem, 74,1% dos homens considera a sua saúde boa ou muito boa, sendo esta percepção diferente nas mulheres, sendo apenas 63,6%.
Esta sondagem, elaborada pelo INE, foi divulgada primeiramente pelo Ministerio de Sanidad , revelando que do total da população espanhola, 68,8% considera o seu estado de saúde bom ou muito bom. Nos adultos, a percepção de um bom estado de saúde é menor (36,8%), sendo a percentagem maior nos menores de 16 anos e na faixa etária dos 16 aos 24 anos, 88,8% e 87,9%, respectivamente.
O álcool e o tabaco são factores que também se encontram presentes na população espanhola e que podem influenciar estes resultados.
Assim sendo, 30% da população com 16 anos ou mais declara-se fumadora. Por outro lado, 70,6% afirma ter consumido bebidas alcoólicas nos 12 meses anteriores à sondagem.
Relativamente aos bons hábitos praticados pelos espanhóis, 59,6% da população adulta realiza exercício físico no seu tempo livre, sendo os homens os que mais fazem exercicío físico (63,1%) e as mulheres (56,3%).
Para além disso, 22,3% da população afirma ter dificuldades para realizar as actividades da vida diária devido a um problema de saúde. Estas dificuldades são mais frequentes na população adulta.
Quanto a actividades preventivas, esta sondagem demonstra que 21% da população (20,7% dos homens e 21,3% das mulheres) tomou a vacina contra a gripe, sendo este número superior na faixa etária dos maiores de 64 anos, atingindo 71,8% dos homens e 65,8% das mulheres.
Segundo outro estudo, o qual se pode ler no artigo abaixo, a publicidade tem efeito no aumento de consumo de alimentos por parte das crianças, sendo as crianças espanholas neste momento as mais obesas da Europa. A proporção de crianças obesas em idade escolar na Europa, aumentou cerca de 50% desde finais dos anos 90, segundo dados da "Revista Internacional de Obesidade Pediátrica".
A prevenção e tratamento da obesidade é muito importante, prevendo-se um combate a esta doença em Espanha, com o apoio às pessoas obesas, recebendo estas tratamento dietético, psicológico e cirúrgico.
O problema da obesidade (nos menores sobretudo), tem vindo a intensificar-se nos últimos anos, afectando sobretudo os países mais desenvolvidos a nível mundial. É necessário por isso, tentar educar as crianças com políticas preventivas da obesidade e um maior controlo da publicidade dirigida às mesmas, obrigando as empresas de bens alimentares de grande consumo a adaptarem o seu "portfolio" de produtos a uma oferta mais saudável e equilibrada para os menores. Pois estes, continuam a ser o alvo preferencial destas campanhas que incentivam ao consumo, situação esta que por vezes nem os professores nem os pais das crianças conseguem controlar, pois estes encontram-se na maior parte do tempo na escola, sendo aí que cometem os maiores erros alimentares.

Fonte: "www.20minutos.es", 30 de Abril de 2007.

Lisboa em 9º lugar entre cidades preferidas para congressos

Lisboa integra a lista mundial das 10 cidades mais procuradas para acolher a realização de congressos de associações internacionais, relativa a 2006, quando subiu dois lugares, para a 9ª posição, segundo anunciou o Turismo de Lisboa. Numa informação divulgada, a Associação Turismo de Lisboa cita dados publicados pela ICCA - International Congress & Convention Association que integram a capital portuguesa no grupo das preferidas, ultrapassando cidades concorrentes como Amesterdão ou Madrid.
Entre as 10 cidades mais escolhidas para a realização de reuniões das associações estão Viena, Paris, Singapura, Barcelona, Berlim, Budapeste, Seul, Praga e Copenhaga.
A capital portuguesa, reflectindo uma notoriedade crescente na atracção deste produto turístico, subiu dois lugares para a nona posição, ex-aequo com Copenhaga, por comparação com os dados referentes a 2005.
De acordo com a ICCA, no ano passado, Lisboa recebeu 69 congressos associativos internacionais, mais três do que em 2005.
Em Lisboa, os eventos como congressos, reuniões de associações internacionais e conferências empresariais concentram- se, sobretudo, nos meses de Abril/Maio e Outubro/Novembro, refere o Turismo de Lisboa.
As Ciências Médicas, com 19% de eventos realizados em Lisboa em 2006, ocupam, de acordo com o Observatório do Turismo de Lisboa, a primeira posição em termos de quota neste segmento, à qual está associada a presença de mais de 17 mil participantes.
Seguem-se os grupos Ciências (12%), Indústria (9%), Tecnologia e Educação (ambos com 8%), Economia (4%) e Engenharia (2%).
O Turismo de Negócios é um dos dez produtos estratégicos incluídos no Plano Nacional para o Turismo Nacional (PENT), e a região de Lisboa é a primeira prioridade para o desenvolvimento deste produto.
O Turismo de Lisboa refere a qualidade das instalações, equipamentos e serviços especializados, a tecnologia e o conhecimento profissional acumulado como as principais vantagens competitivas da cidade para receber iniciativas na área dos Negócios.
O primeiro lugar da lista da ICCA, composta por perto de 240 cidades de todo o mundo, continua a pertencer a Viena, e o último a Lund, uma cidade universitária na Suécia.
Para que os eventos possam constar no ranking, a ICCA, a maior organização internacional do sector, exige um conjunto de condições como a realização regular, rotação por quatro países diferentes e presença mínima de 50 participantes.
A nona posição no ranking das cidades mais escolhidas para congressos, coloca Portugal à frente da Espanha, o que é um bom indicador da evolução do turismo empresarial no nosso país e das boas condições existentes para receber os visitantes, esperando-se que o número de participantes em congressos aumente.


Fonte: "Diário Digital/Lusa", 30 de Abril de 2007.

19 abril 2007

Espanha superará em 2008 os 65 milhões de turistas graças à "Expo 2008"

Espanha superará no ano 2008 a barreira dos 65 milhões de turistas estrangeiros, devido aos cerca de cinco milhões de visitantes esperados, na Exposição Universal de Zaragoza (Expo 2008), segundo dados divulgados por fontes ligadas ao sector do Turismo.
Com a afluência massiva esperada de visitantes ao evento citado, será alcançado o número recorde de 65 milhões de visitantes estrangeiros, cerca de 7,5 milhões acima dos turistas estrangeiros registados em 2006, o qual atingiu os 58,5 milhões, segundo o "Instituto de Estudios Turísticos". O Presidente da "Mesa de Turismo", uma organização composta por um grupo de empresários com destaque no sector do Turismo, considera que, tal como ficou provado com a Exposição Universal "Sevilla 1992", a "Expo" de Zaragoza servirá para promover aínda mais a marca "España", convertendo o país, durante três meses, num enclave socio-cultural de referência mundial, consolidando assim a posição do país no segundo lugar em termos de destinos turísticos mundiais. Os mercados internacionais considerados como principais emissores de turistas para a "Expo" são, a França, Reino Unido, Portugal, Alemanha, Itália, Bélgica e Luxemburgo, Holanda e Áustria.
Portugal pode e deve aproveitar esta oportunidade para atrair turistas estrangeiros ao nosso país, quer pela proximidade quer pela oferta turística de qualidade.

Fonte: www.hosteltur.com, 13 de Abril de 2007.


09 abril 2007

A taxa de poupança das famílias espanholas é de 10,1% do rendimento disponível

A taxa de poupança dos particulares e Instituições espanholas, situou-se nos 10,1% do seu rendimento disponível nos últimos doze meses, seis décimas acima do valor de 2005, segundo o Instituto Nacional de Estatística espanhol (INE).
Os dados apresentados dizem respeito a Contas não financeiras dos sectores Institucionais- que incluem particulares, Sociedades não Financeiras, Administrações Públicas e Instituições Financeiras- e que o INE publica nesta data, tendo esta publicação um carácter trimestral.
No referido trimestre, Janeiro- Março 2007, a taxa de poupança atingiu 0s 12,6% do rendimento disponível, cerca de dois pontos percentuais acima do resultado alcançado no mesmo período do ano de 2005.
A necessidade de crédito dos particulares e empresas, atingiu os 9.532 milhões de euros, 3,6% do Produto Interno Bruto (PIB) neste trimestre.
Nesse mesmo período, as sociedades não financeiras revelaram ter necessidade de crédito na ordem dos 6.800 milhões de euros, 2,6% do PIB trimestral, valor superior em 2,2 pontos percentuais em relação ao registado no mesmo trimestre do ano 2005.
A taxa de poupança das famílias espanholas desceu 46,5% entre 1995 e 2005, aumentando a sua necessidade de crédito, a qual representa já 2% do Produto Interno Bruto (PIB), fundamentalmente devido ao endividamento resultante da compra de habitação, segundo dados da "Fundación de las Cajas de Ahorros" (Funcas).
O endividamento de particulares e empresas tem vindo a aumentar nos últimos anos, segundo uma notícia publicada pelo Jornal "La Gaceta". Verificando-se um aumento na percentagem de créditos mal parados no início de 2007, após quatro meses de descidas.
A fama de bons pagadores dos espanhóis é assim posta em causa. Famílias, empresas e Instituições têm divídas aos bancos, "cajas" e Cooperativas de Crédito, num total de mais de 1,46 biliões de euros, no final de Janeiro deste ano, sendo que cerca de 9.702 milhões representavam crédito mal parado. Em apenas um mês, as entidades financeiras viram crescer o montante total desse potencial crédito mal parado em 614 milhões, o que significa, um crescimento a um ritmo médio de 19,80 milhões de euros por dia. Esses empréstimos, representavam apenas 0,6633% do crédito pendente de cobrança, embora o seu peso tenha aumentado em Janeiro deste ano, segundo dados do "Boletín Estadístico del Banco de España". Pela primeira vez em quatro meses, a taxa de incumprimento aumentou, passando de 0,6287% no final de 2006 para 0,7124% em Janeiro, do mesmo exercício.
A necessidade de crédito da economia espanhola em relação ao resto do mundo foi de 17.499 milhões de euros em 2006, 6,7 % do PIB trimestral, oito décimas acima dos valores de 2005.
Estes dados resultam de um mau comportamento da balança exterior de bens e serviços com o resto do mundo, 9,5% valores negativos, até alcançar os 16.701 milhões de euros.
De facto, a economia espanhola está a crescer a um ritmo anual de 3,7%, o que se deve em parte às condições favoráveis de financiamento e ao aumento da população, na sua maioria imigrantes.
No entanto, embora Espanha tenha registado em 2006 um superávit de 1,8% no PIB, esta não está a aproveitar da melhor forma esta boa fase, tentando reduzir o endividamento público e proporcionando maior solidez ao sistema de protecção social. Este esforço de redução do endividamento público e de aumento das poupanças públicas não está a ser correspondido por parte do sector privado, devendo este ser capaz de criar mais poupanças. O que acontece na prática em Espanha e nalguns países europeus é, uma distribuição desigual dos frutos do crescimento, o que não gera mais igualdade e coesão social. Mas se em vez disso, os investimentos fossem aplicados no sector público, na área da educação, investigação, desenvolvimento, inovação e práticas sociais, isso conduziria também a uma melhoria da produtividade e desta forma a melhores resultados económicos para o país.
Fonte: "www.abc.es"/ "La Gaceta", 9 de Abril de 2007.

25 março 2007

Espanha é o 5º país mundial em redes de franchising

Segundo um estudo apresentado pela Consultora "Tormo & Associados", o mercado espanhol de marcas de franchising, é pelo terceiro ano consecutivo, líder europeu. Espanha ocupa o quinto lugar a nível mundial no que diz respeito a redes de franchising, com 968 marcas a operar no mercado, mais 7% do que em 2006 (902). Acima de Espanha, encontra-se a China (2.100 redes), Estados Unidos (1.500), Japão (1.088) e Brasil (971). No total, Espanha tem 68.775 establecimentos franchisados, que a colocam no quinto lugar do ranking mundial. Para além disso, continua a ser pelo terceiro ano consecutivo líder mundial de marcas europeias. A facturação dos franchisings espanhóis atingiu os 19.585 milhões de euros, ocupando o oitavo lugar mundial, uma lista encabeçada pelos Estados Unidos.
Paralelamente, o número de cadeias de franchising estrangeiros cujos planos de expansão englobam Espanha, aumenta de ano para ano, assim como o número de empresas nacionais que apostam na internacionalização.
Neste estudo, a consultora destaca o crescimento do sector um ano mais, em número de cadeias de franchising, estabelecimentos franchisados, facturação, investimento e emprego.
O sector do franchising espanhol encontra-se numa fase sólida e estável, contando com cerca de 150 cadeias de franchising plenamente consolidadas, as quais possuem mais de 50.000 estabelecimentos, aumentando em cada ano o número de novos projectos. Só em 2006, foram criadas 244 novas redes de franchising.
Outra das conclusões do estudo, é de que o sector dos serviços continua a ser o mais dinâmico com a criação permanente de novos nichos de mercado, agrupando uma ampla oferta de marcas, dispondo de um total de 453 redes e 38.752 estabelecimentos. Seguem-se o sector do Retalho, com 368 cadeias que operam através de 22.824 estabelecimentos e Hotelaria e Restauração com 7.199 establecimentos franchisados e 147 redes de franchising.
Do total de cadeias do sector, apenas quatro Comunidades Autónomas congregam 80% do mercado. Madrid lidera o ranking -com 304 cadeias de franchising e 15.629 establecimentos franchisados, seguida por Barcelona, com 237 cadeias e 13.990 establecimentos franchisados, Andaluzia e a Comunidade Valenciana, ambas com 103 cadeias de franchising e 9.903 e 7.312 establecimentos, respectivamente. A maioria das empresas de franchising a operar no país são de origem nacional, 81% do total, enquanto que as restantes (19%) são oriundas de vários países, com maior presença dos E.U.A., França e Itália. Por seu lado das empresas criadas este ano (244), 24 destas são de origem internacional, especialmente da EE.UU (7), França (4), Itália (3), Suécia (3), Portugal (2), Suiça (2), e Reino Unido (1), entre outros.
Cerca de 15% das marcas espanholas já se internacionalizaram. O que se traduz, segundo um estudo anual elaborado em 2006 pela empresa "Franquicias Hoy", num total de 132 marcas espanholas a operar em 98 mercados internacionais. Este número concentra-se sobretudo no conjunto dos 26 países pertencentes à União Europeia (sem contar com Espanha), onde existem 108 redes de franchising e um total de 3.639 establecimentos repartidos por 26 países do Velho Continente. Embora, devido à sua proximidade geográfica e similitude cultural, Portugal, França e Itália, continuem a ser os destinos preferenciais da internacionalização espanhola.
Tal como Espanha também Portugal deve apostar na internacionalização dos seus conceitos de negócio para Espanha, sendo este mercado fundamental no processo de desenvolvimento dos conceitos portugueses de franchising. Com uma facturação total neste sector de 19.585 milhões de euros, Espanha é o país que apresenta o maior nível de crescimento ao nível do mercado de franchising.
http://mercadoespanhol.blogspot.com/2006/10/empresas-franchisadas-apresentam.html

Fonte: "Revista Capital/ MADRID", 23 de Março de 2007.